Jerusalém é nossa Capital ou não?


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Recentemente os Estados Unidos seguidos por algumas outras nações reconheceram Jerusalém como a capital do Estado de Israel. Em seu discurso o presidente norte americano Donald J. Trump afirmou ser Jerusalém a “capital eterna do povo judeu”. O representante da instituição antissionista True Torah Jews, Rabbi Yaakov Shapiro, gravou um vídeo sobre a afirmação do presidente desqualificando Jerusalém como capital do povo judeu.

Selecionei alguns pontos da fala do Rabbi Shapiro para discutir à base da história e dos escritos bíblicos e mostrar o quanto ele está equivocado.

Por dois milênios o povo judeu tem chorado e lamentado a perda de Jerusalém. Diariamente os judeus rezam direcionados para a cidade mais sagrada do judaísmo pedindo sua reconstrução. Estabelecida pelo rei David há quase 3000 anos, ela foi palco de conquistas, nomeação de reis, profecias, divisão e reunificação do povo judeu. Conhecida como a cidade de David e cidade da Paz, é citada no Tanach diversas vezes, e se contamos com todas suas variações (Yerushalaim, Yerushlem, Yeshurun, Tzion, Yir David, etc) contabilizamos 850 menções. Ainda com tamanha notoriedade, haja vista que nenhuma cidade ou região recebe igual destaque nos escritos bíblicos, há aqueles que querem diminuir sua importância para o povo judeu seja por motivos políticos ou por motivos teológicos.

Não redijo este artigo em resposta ao Rabbi Shapiro, pois seria falar com uma parede e para isso não preciso dele, pois já tenho o Kotel (Muro das Lamentações) hehehe. Mas para atender aqueles que viram seu vídeo e se perguntam se há em seu discurso algumo de verdade. Se você não teve a oportunidade de assistir o vídeo em questão, o disponibilizo aqui abaixo e aconselho que o veja antes de seguir com a leitura deste artigo.

Adianto que de tudo o que ele falou eu me recordo de duas coisas das quais posso concordar, são: 1 – que o presidente Donald J. Trump tem autonima para tratar de suas políticas externas; e que, 2 – o povo judeu não depende de uma terra ou região para se afirmar como tal. Bom, então vamos tratar dos pontos controversos de Rabbi Shapiro.

 

“Não há absolutamente nenhuma relação política entre o povo judeu e Jerusalém”

Temos que levar em conta que o discurso antissionista por parte movimentos judaicos religiosos traz consigo uma significação de termos diferente da que conhecemos comumente. Para os eles uma pessoa só é de fato judeu se atender a dois critérios: 1. guardar Torá uMitzvot e 2. não ser parte e nem apoiar de qualquer forma o Estado Sionista. Sendo que, no segundo caso, se for uma pessoa religiosa ela será considerada como Erev Rav ou Rashá, e na melhor das hipóteses, equivocado. De forma que, sabendo que a pessoa é sionista nem mesmo é contada no minian (quórum mínimo de 10 homens para os serviços religiosos). Para eles existe povo judeu definido por si só, apenas a pia profissão da fé judaica que o define como povo.

Israel e Jerusalém não são reconhecidos como hoje em dia. Desconsideram todo e qualquer fator político desde a administração até os serviços públicos. Israel e Jerusalém são relembrados espiritualmente desconsiderando o território. Ou seja, para os antissionistas Jerusalém corresponde somente à área do Kotel e o pátio do Templo.

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Torá significa para eles todo os ensinamentos de Moshê e dos sábios segundo a linhagem de transmissão que leva até seus atuais representantes. Toda interpretação fora dessa linha é inválida e é considerada uma afronta à Torá se contradiz seus ensinamentos.

A relação espiritual do povo judeu com Jerusalém é indiscutível e ela começa, segundo a tradição transmitida pelos sábios, com a oferta de Itzhak em sacrifício por seu pai Abraham na Montanha de Moriá. Mas a relação política onde está? Ela começa nos 14 anos de conquista da terra de Israel por Yehoshua Bin-Nun. No primeiro capítulo de Sefer Yehoshua encontramos a conquista de Jerusalém e seu povoamento pela tribo de Efraim.

“E os filhos de Judá pelejaram contra Jerusalém, e tomando-a, feriram-na ao fio da espada; e puseram fogo na cidade”

“Porém os filhos de Benjamim não expulsaram os jebuseus que habitavam em Jerusalém; antes os jebuseus ficaram habitando com os filhos de Benjamim em Jerusalém, até ao dia de hoje”

Shoftim 1:8;21

Jerusalém estava dividida em duas partes. Uma era a zona habitável ao redor da montanha Moriá a qual foi reconquistada por David (Shmuel 2 5:6-9). A outra parte era o topo da montanha que foi comprado por David das mãos de Aravná (ou Oranan), o jebusseu; onde viria a ser construído o Templo (Shemuel 2 24:18-25; Divrei Hayamim 1 21:22-30).

A zona habitável de Jerusalém se tornou a cidade de David onde se estabeleceu seu palácio e de onde governava todo o seu reino; seus sucessores procederam da mesma forma. A montanha do Templo ficava reservada para os serviços religiosos. Sendo sim, há uma Jerusalém política e uma Jerusalém espiritual, ambas são a mesma porém em áreas separadas. Haveria no Tanach alguma distinção entre essas duas áreas que não fosse sua santidade? A resposta é não! Os versículos do Tanach citam Jerusalém fazem menção tanto à área do serviço Divino como à área habitada:

“Dai voltas às ruas de Jerusalém, e vede agora; e informai-vos, e buscai pelas suas praças, a ver se achais alguém, ou se há homem que pratique a justiça ou busque a verdade; e eu lhe perdoarei” Yermiahu 5:1

“Então Salomão congregou em Jerusalém os anciãos de Israel, e todos os chefes das tribos, os chefes dos pais entre os filhos de Israel, para fazerem subir a arca da aliança do Senhor, da cidade de Davi, que é Sião” Divrei Hayamim 2 5:2

“Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém habitarão velhos e velhas; levando cada um, na mão, o seu bordão, por causa da sua muita idade. E as ruas da cidade se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão” Zachariá 8:4,5

As leis do povo judeu nos tempos bíblicos se restringiam somente as leis determinadas pelo Sanhedrin e pelo rei, ambos assentados em Jerusalém. Daí provinha todas as leis para o povo, bem como a vontade divina para ele (Ishayahu 2:3). Mesmo depois do exílio babilônico o povo judeu manteve Jerusalém como sua cidade mais importante e como centro de sua administração.

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“O povo judeu nunca teve uma capital; os sionistas começaram com a idéia de a “capital do povo judeu”.

No período do Primeiro Templo Jerusalém sempre se manteve como o foco espiritual, principalmente para os habitantes do reino do Sul. Se tomarmos em conta a divisão dos dois reinos realmente não temos uma única cidade como centro administrativo, seria impossível. Mas tomando em conta a tradição dos sábios que se reporta ao reino de Judá, Jerusalém foi maiormente o centro das deliberações reais e diplomáticas. A ponto que a dissolução do reino de Judá apenas se dá depois de sitiado o palácio real e levada toda a corte de Jerusalém para Babilônia (Melachim 2 24).

Passados os setenta anos de exílio Ezrá regressa a Jerusalém por ordens do rei Ciro e retoma a reconstrução do Templo. A partir deste momento se restabelece o Sanhedrin que passa a governar, senão todo o povo, a parte menos assimilada. Neste tempo Jerusalém não se eleva em status mantendo-se como um pequeno vilarejo.

No curto período dos macabeus, quando o domínio de Israel volta para as mãos dos judeus, Jerusalém rapidamente cresce em quatro vezes e aumenta sua população em até seis vezes. Os governantes macabeus fixaram nela a sede de seu governo, reportando aos tempos do Primeiro Templo. Em seu governo buscaram purificar as áreas conquistadas expulsando os estrangeiros e eliminando todo e qualquer ponto de idolatria. Cunharam suas moedas em hebraico antigo conforme as letras usadas no tempo do Primeiro Templo para afirmar sua posição como defensores e restauradores da linhagem original[1].

Jerusalém se manteve como capital da Judéia pelos 77 anos que esteve sobe domínio dos macabeus. Quando conquistada pelos romanos se estabelece Erodes I como governador da província, o qual não apenas reestruturou Jerusalém como a remodelou e a fez, também, sede de governo.

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“Rezamos voltados para Jerusalém mas nos relacionamos com ela somente como uma cidade sagrada e não como uma capital política”

Isso não é o que nos sugere a Amidá (reza diária) nas bênçãos de “bonê Yerushalaim” e “Birkat David”.

“E retorna com misericórdia a Jerusalém, Tua cidade, e mora nela como Tu prometeste; estabelece rapidamente o trono de David, Teu servo, e a reconstrói, breve em nossos dias, como uma edificação eterna. Bendito sejas Tu, Eterno, que reconstrói Jerusalém”

“Faz o rebento de David, Teu servo, florescer rapidamente e aumenta o seu poder através de Tua salvação, pois por Tua salvação ansiamos todo o dia. Bendito sejas Tu, Eterno, que faz florescer o poder da salvação”

Quando rezamos também pedimos o retorno dos juízes (o Sanhedrin) como era no princípio, ou seja, restaurado em Jerusalém.

 

“Por ser uma cidade sagrada não importa quem tenha a soberania sobre ela”

A sacralidade de Jerusalém é indiscutível. Mas uma sacralidade tem pouca utilidade se não atender a plenitude de sua função. Jerusalém, acima de ser o centro político, tem como sua função principal ser o lugar para o serviço divino: sacrifícios e definição da lei.

“Mas o lugar que o Senhor vosso Deus escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome, buscareis e virás aí. E ali trareis os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta alçada da vossa mão, e os vossos votos, e as vossas ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas” Deuteronômio 12:5,6

“Quando alguma coisa te for difícil demais em juízo, entre sangue e sangue, entre demanda e demanda, entre ferida e ferida, em questões de litígios nas tuas portas, então te levantarás, e subirás ao lugar que escolher o Senhor teu Deus; E virás aos sacerdotes levitas, e ao juiz que houver naqueles dias, e inquirirás, e te anunciarão a sentença do juízo” Deuteronômio 17:8,9

Então o que fazer se Jerusalém está sobe domínio de outro povo que não nos permite cumprir com estas duas mitzvot? Traz Rambam:

“Três mandamentos foram ordenados a Israel ao entrar na terra: consagrar um rei, como está escrito: “porás sobre ti um rei” (Devarim 17:15); Exterminar a semente de Amalec, como está escrito: “apagarás a memória de Amalec” (Devarim 25:19); e construir o Templo, como está escrito: “O buscareis e virás aí” (Devarim 12: 5)”[2]

A obrigação de construir o Templo é nossa, sobre nós recai o mandamento. Claro que na teologia chassídica o Templo deverá descer dos céus pronto. Mas ainda que entendamos dessa mandeira, digamos que assim seja, qual a função do Messias? Liberar a terra do domínio estrangeiro, restaurar o serviço no Templo[3]. Não há possibilidade de êxito se não houver sobre o povo judeu plena liberdade em sua própria Terra.

Rabi Akiva foi um tana ícone da formulação sistemática do estudo das mishnaiot. Foi o maior apoiador de Bar Cochba que no segundo século liderou uma revolta contra o império romano para a liberar Israel do julgo de seu domínio. Nos 150 anos após a destruição do Templo, e mesmo antes, muitos foram os grupos de libertários que visavam a liberação do julgo estrangeiro.

Na famosa suguiá sobre o reinado romano[4] Rabi Shimon Bar Yochai, aluno de Rabi Akiva, não exitou em criticar o governo romano sendo condenado a morte pelo império por sua rebeldia.

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“Israel não tem nada a ver com comunidade judaica”

Certamente que aqui não está se referindo ao território em si, mas ao Estado. Apesar de todas as controvérsias políticas, o Estado de Israel é o único lugar do mundo onde o judeu pode viver livremente como judeu sem qualquer receio de que seus direitos sejam privados. Inclusive com toda a questão que gira sobre o alistamento militar obrigatório para religiosos, não se lhe é pedido nada mais do que sua contribuição física para o Estado a qual também pode ser na forma de serviços sociais.

Muitas comunidades judaicas pequenas que ainda se mantém fora de Israel são assistidas pelo Estado o qual investe para que se mantenha sua identidade judaica.

Em contrapartida, as comunidades judaicas que estão fora de Israel foram as principais responsáveis pela construção do Estado com suas contribuições e frentes política em prol do desenvolvimento da política e de instituições de serviços públicos. Hospitais, escolas, kibutzim e universidades foram construídos com as contribuições de membros das comunidades judaicas da galut.

O estado de Israel nos permite cumprir a cada sete anos as leis de Shemita, descanso da terra. Mandamento da Torá se pode cumprir principalmente por causa da existência do Estado.

Tudo isso sem falarmos da mitzvá de habitar a terra de Israel. Além do mais, se tomarmos a opinião de Nachmânides de que as mitzvot cumpridas fora de Israel não são uma obrigação mideoraita mas uma preparação para que as cumpramos em Israel, com o Estado Judeu se permitiu a milhares de judeus a cumprirem a Torá como devido, coisa que nenhuma comunidade na galut o pode fazer.

 

“Diferenças de governos e de ideologias entre os judeus”

Aqui Rabbi Shapiro se refere ao fato do governo Israelense não promover um governo segundo as leis da Torá, seus líderes não serem religiosos e seus ideais serem apenas a possessão da terra.

A história dos reis que governaram depois de David Hamelech sempre foi de altos e baixos. Houveram reis tzadikim como Yezkiyahu que estimulou o estudo da Torá, purificou a terra dos ídolos, restaurou o Templo etc. Bem como houveram os reis perversos como Menashe que inclusive ergueu ídolos dentro do Templo.

Nos tempos dos macabeus vemos claramente como desde o primeiro rei, Shimon, até o último, Alexsander Yonai, houve uma mudança ideológica com a aproximação dos reis cohanim aos ideiais dos tzedukim. O último rei, inclusive, promoveu perseguição aos perushim em uma guerra civil que matou milhares no ano 89 antes da contagem ocidental[5].

A desaprovação dos reis não trazia consigo a desaprovação do Estado e nem das cidades estabelecidas, mesmo que por ele. Vemos o caso de Shaul que ainda sobe a desaprovação de Hashem seguia vencendo a suas guerras.

 

“Profecia de Yehezkel, que os ossos se tornaram um povo outra vez… isso é impossível”

A profecia do vale dos ossos secos relatada no capítulo 37 do livro de Yehezkel se dá na Babilônia. Yehezkel é conduzido a um vale onde estão sepultados muitos mortos. E aí lhe vem a profecia. Embora seja uma visão independente das demais ela vem em uma sequência onde nos revela como será a redenção de Israel.

Na visão os ossos secos são “toda a casa de Israel” (pasuk 11) e sua ressureição é a retirada de Israel da Galut e sua volta à terra de Israel, como está escrito: “e vos colocarei em vossa terra” (pasuk 14). Se poderia perguntar se acaso o entendimento correto não seria a ressureição dos mortos no Mundo Vindouro. Mas os próprios ossos secos nos revelam seus sentimentos de frustração e falta de fé e esperança, “Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados” (pasuk 11).

Entre os comentaristas há uma divisão de opiniões se a visão se trata da ressurreição nacional ou se refere a ressureição dos mortos no Mundo Vindouro. Na guemará se discute a questão entendendo-a literalmente. Rabi Eliezer bem Urkanos diz que ressuscitaram cantaram e morreram aí mesmo. Rabi Yosi Hagalili diz que vieram para Israel e tiveram filhos e filhas. Rabi Yehudá bem Batira disse ser descendente deles[6].

Rashi (século X) nos traz duas possibilidades de entendimento. “Toda a casa de Israel” se pode considerar como todo Israel fazendo referência a redenção. Também traz uma segunda opção de se referir a ressurreição dos mortos e “pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados” seria uma lembrança de como se sentiam antes da ressurreição. Também Radak (Rabi David ben Yosef Kimhi, século XIII) segue com o mesmo pensamento de Rashi e entende que a visão se possa referir a redenção de Israel. No século XIX Malbim (Rabi Meir Leibush ben Yehiel Michel Wisser) também entende que a visão pode ser entendida segudo as duas interpretações.

“E houve um ruído, enquanto eu profetizava”. Explica o midrash Yalkut Shimoni (247:375): “disse fulano: por que a profecia traz carne e tendões para que sejam comidos pelas bestas e aves em terra estrangeira? De imediato Hakadosh Baruch Hu escutou sua voz, enviou dois keruvim e a terra fez um ruído”. A terra estrangeira fará muito ruído e isso possibilitará a união e o avivamento do povo para que seja transladado para a terra de Israel.

Portanto dizer que a interpretação de redenção de Israel e seu retorno a sua terra ser uma interpretação evangélica adotada pelos sionistas para validar o discurso não procede. Haja vista que mesmo a interpretação literal dada pela a guemará nos mostra como seu objetivo o retorno a Israel. Isso nos deixa clara a possibilidade de entendimento da redenção na visão.

Só posso concluir este artigo lembrando que tudo está nas mãos de Hashem e Ele é quem dirige este mundo. Hoje já podemos escutar outras nações reconhecendo Jerusalém como sendo capital de Israel, coisa que a pouco tempo não se poderia imaginar.

Que Hashem nos abençoe e nos fortaleça!


[1] Barkai Gabriel, Shiler Eli; Jerusalém em sua Glória: História de Jerusalém no período do Segundo Templo, Editora Ariel, Israel 1996

[2] Mishnê Torá, Leis dos Reis e Guerras 1:1

[3] Mishnê Torá, Leis dos Reis e Guerras 11:1

[4] Bavli Shabat 33b

[5] Regev, Eyal; Os Tzedukim e suas Leis: sobre a religião e a sociedade no período do Segundo Templo. Editora Yad Ithak Ben-Tzvi, 2005, Jersalém

[6] Bavli Sanhedrin 72b

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